ESTUDO DE PATOLOGIAS EM ESTRUTURAS METÁLICAS E O IMPACTO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DO MATERIAL

  • Eloan Marlon dos Reis Moreira Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ
  • Bruno Matos de Farias Universidade Estácio de Sá
  • Murilo Henrique Souza da Silva Pontífica Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-RJ
  • Bruno Ricardo Ferreira de Oliveira Universidade Estácio de Sá
  • Fellipe de Souza Portela Universidade Estácio de Sá
  • Hagattacley Brum Sousa dos Santos Universidade Estácio de Sá

Abstract

A indústria siderúrgica é a maior indústria de manufatura de consumo de energia do mundo, com a maior participação na economia mundial. Na produção de ferro e aço no mundo, a China ocupa o primeiro lugar e o Japão e os EUA a seguem. No meio acadêmico há diversas pesquisas quando o assunto é patologia das estruturas, porém na maioria dos casos, o modelo de edificação adotado no estudo, é aquela na qual são construídas em concreto armado ou protendido. E quando o assunto é estruturas de madeira, se encontra menos ênfase do que as estruturas de concreto, e por fim, estudos de patologias em estruturas de aço, esta última por se tratar de um material com características e de natureza muito diferente da madeira e do concreto. Neste caso, a maioria dos problemas aparecem quando a utilização é mais específica, sendo inegável saber tratar com problemas dessas estruturas a fim de conseguir manter seu desempenho por toda a sua vida útil. O objetivo deste artigo é apresentar alguns quantitativos de problemas de patologias em algumas construções em aço. Procurou-se ainda determinar respostas apresentando processos de reforço, reparos e manutenção, gerando então fatores para se evitar e controlar as causas dos problemas. O estudo se limita apenas às questões de impacto ambiental devido a produção do aço e as patologias nas estruturas metálicas.

Author Biographies

Eloan Marlon dos Reis Moreira, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ

Mestrando em Engenharia de Estruturas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Bruno Matos de Farias, Universidade Estácio de Sá

Mestre em desenvolvimento local pelo Centro Universitário Augusto Motta.

Murilo Henrique Souza da Silva, Pontífica Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-RJ

Mestrando em Engenharia Civil pela Pontífica Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-RJ.

Bruno Ricardo Ferreira de Oliveira, Universidade Estácio de Sá

Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Estácio de Sá.

Fellipe de Souza Portela, Universidade Estácio de Sá

Graduando em Engenharia Civil pela Universidade Estácio de Sá.

Hagattacley Brum Sousa dos Santos, Universidade Estácio de Sá

Graduanda em Engenharia Civil pela Universidade Estácio de Sá.

Published
2019-09-24
Section
ARTIGOS