A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL FARMACÊUTICO NA SAÚDE MENTAL

  • Carla Vanessa do Nascimento Ferreira Biz Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM)
  • Daniele Candido da Silva Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM)
  • Mayara da Costa Chambela Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM)
  • Luciane Barreiro Lopez Vasques Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM)
  • Glauce Maria Nunes de Araújo Centro Universitário Augusto Motta - UNISUAM
Palavras-chave: Assistência Farmacêutica, Saúde Mental, Psicofármacos, Uso Racional de Medicamentos.

Resumo

Após a reforma psiquiátrica, nos anos 70, surgiram mudanças no atendimento a pacientes com transtorno mental, procurando a sua reinserção na sociedade. Foram criados os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que têm como função fazer o acolhimento e a atenção às pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, procurando preservar e fortalecer os laços sociais do usuário em seu território. A abordagem farmacológica dos transtornos mentais envolve o uso de psicofármacos, que são medicamentos que capazes de alterar a atividade mental, aliviando os sintomas dos transtornos psiquiátricos e ajudando na reintegração do indivíduo ao meio familiar e social. Alguns destes medicamentos podem gerar efeitos adversos que dificultam a adesão do paciente ao tratamento. Estes pacientes também estão mais propensos a erros de medicação e à não aceitação da terapia. Neste cenário, é fundamental a atuação do profissional farmacêutico, qualificado para atuar nessa área a fim de melhor orientar a equipe multidisciplinar, o paciente e seus familiares, prestando atenção e assistência farmacêutica. Os CAPS, no entanto, não possuem farmácia local, o que não obriga a presença do farmacêutico neste ambiente. Torna-se fundamental, portanto, ressaltar a importância de leis que garantam a presença desse profissional nestes CAPS.

Biografia do Autor

Carla Vanessa do Nascimento Ferreira Biz, Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM)

Graduada em Farmácia pelo Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Daniele Candido da Silva, Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM)

Graduada em Farmácia pelo Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Mayara da Costa Chambela, Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM)

Doutora em Ciências pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Centro Universitário Augusto Motta, UNISUAM. Universidade Castelo Branco, UCB. Faculdade de Medicina de Petrópolis, FMP/FASE.

Luciane Barreiro Lopez Vasques, Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM)

Doutora em Ciências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Centro Universitário Augusto Motta, UNISUAM. Universidade Castelo Branco, UCB. Universidade do Grande Rio Prof José de Souza Herdy, UNIGRANRIO.

Glauce Maria Nunes de Araújo, Centro Universitário Augusto Motta - UNISUAM

Doutora em Ciências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Centro Universitário Augusto Motta, UNISUAM. Faculdade de Medicina de Petrópolis, FMP/FASE.

Publicado
2018-12-19
Seção
ARTIGOS